A Fundação Perseu Abramo disponibiliza um grande acervo digital.
As obras podem ser acessadas no link abaixo. Quem preferir o livro impresso pode comprar no site.
segunda-feira, 7 de novembro de 2011
domingo, 6 de novembro de 2011
PT se reúne para traçar estratégia para 2012
O Partido dos Trabalhadores se reúne amanhã com a militância e os pré-candidatos para discutir a estratégia eleitoral para as eleições municipais de 2012.
A reunião acontece na sede do PT de Campos que fica na avenida Alberto Torres em frente à Faculdade de Medicina às 19h.
sábado, 5 de novembro de 2011
1º Encontro Mundial de Blogueiros debate mídia, política e novas tecnologias
Por Tiago C. Soares | Comunicação FPA
O papel dos blogs e das novas tecnologias de comunicação na mídia e na participação popular foram temas centrais do 1º Encontro Mundial de Blogueiros, que reuniu em Foz do Iguaçu, nos dias 27, 28 e 29 de outubro, ativistas, pesquisadores, jornalistas e representantes de partidos e dos movimentos sociais do Brasil e do exterior.
O evento, que entre palestrantes e espectadores contou com mais de 400 pessoas vindas de países das Américas Latina e do Norte, da Europa e da África, foi organizado pelo Centro de Estudos da Mídia Alternativa Barão de Itararé e pela Altercom (Associação Brasileira de Empresas e Empreendedores da Comunicação), e tratou de temas como democracia participativa, democratização dos meios de comunicação e marco regulatório, e circulação de informação nas redes sociais, com especial atenção às novas formas de ativismo oferecidas pela web.
Com mesas organizadas nos eixos “O papel das novas mídias”, “Experiências nos EUA e Europa”, “Experiências na Ásia e África”, “Experiências na América Latina”, “As experiências no Brasil”, e “A luta pela liberdade de expressão e pela democratização da comunicação”, o encontro trouxe representantes de projetos como Wikileaks, Página 12, Le Monde Diplomatique e Democracy Now. As mesas contaram, ainda, com ativistas digitais envolvidos nas mobilizações da Primavera Árabe, analistas políticos, acadêmicos e representantes de governos da América Latina.
Abrindo o encontro, a mesa “O papel das novas mídias” uniu o porta-voz do WikiLeaks, Kristinn Hrafnsson; o criador do Le Monde Diplomatique, Ignácio Ramonet; e o jornalista e blogueiro brasileiro Luis Nassif num debate sobre as novas plataformas de comunicação online e as mudanças vividas pelo universo da informação.
Pelo Wikileaks, Krinstin Hrafnssson falou das recentes dificuldades vividas pelo projeto - que teve seus fundos bloqueados por grandes empresas financeiras - e apontou no governo dos EUA um dos responsáveis pela perseguição sofrida pelo site. Hrafnsson explicou ainda os motivos pelos quais o Wikileaks teria rompido sua parceria com alguns veículos de mídia tradicionais, afirmando que “alguns jornais veem no Wikileaks apenas uma fonte de conteúdo bruto, e não aceitam o fato de termos, também, interesse editorial no modo como são divulgados os conteúdos que levantamos”. Ele lembrou que, em sua opinião, a emergência do Wikileaks tem a ver com a queda, junto ao público, na credibilidade das informações veiculadas pela grande mídia. “Nos últimos dez anos intensificou-se a falta de transparência nas informações relativas a governos e corporações”, argumentou.
Em seguida, Ignácio Ramonet, do Le Monde Diplomatique, propôs uma análise conjuntural do momento vivido pela comunicação de massa com o surgimento, nos anos recentes, de novas plataformas para a participação dos cidadãos na produção da informação. “Estamos em meio à mudança, daqui a cinco anos o cenário da mídia de massas estará completamente mudado e não temos como saber para onde isso apontará”, disse Ramonet, que justificou seu diagnóstico lembrando da crise financeira e editorial hoje enfrentada pelos grandes meios de comunicação.
Ramonet lembrou também que a queda de alguns grupos de mídia tradicionais não significaria a princípio uma mudança na correlação de forças no mercado da comunicação. “Há o surgimento de novos atores centrais, grupos econômicos que lucram com a produção de informação na internet. Empresas que fazem sua riqueza com a informação trocada pelo público em suas plataformas”, argumentou. E lembrou: “O acesso do público à informação primária levou à criação de um novo proletariado, mercenariado da comunicação”. Para o criador do Le Monde Diplomatique, o amplo acesso às novas ferramentas de comunicação não necessariamente significa uma postura menos conservadora de novos atores: “há blogueiros rebeldes e há os reacionários, precisamos ser cuidados são atribuir à blogosfera no geral um papel progressista”, afirmou.
Encerrando a mesa, o jornalista Luis Nassif tratou da relação entre mídia e capital financeiro no Brasil, enfatizando o papel da blogosfera no agendamento da opinião pública e na desconstrução de pautas e interesses dos meios de comunicação tradicionais.
Como exemplo, Nassif lembrou do papel da blogosfera no debate público no período do caso Satiagraha. “A mídia jogou seu poder para atacar a operação e defender Daniel Dantas e Gilmar Mendes. O contraponto foi na blogosfera, que respondeu, ponto por ponto, as inverdades levantadas pela mídia, com informações”. O jornalista disse acreditar na criação de novos espaços para a mediação e circulação do conteúdo circulado online, em redes para a checagem e levantamento de dados e informações que sirvam de contrapeso para o oferecido pela mídia tradicional.
Ativismo e redes sociais
O evento continuou com a mesa “Experiências nos EUA e Europa”, que reuniu Pascual Serrano, blogueiro e fundador do sítio Rebelión, da Espanha; e Andrés Thomas Conteris, fundador da versão em espanhol do site Democracy Now, dos EUA.
Pascual Serrano traçou um breve histórico da apropriação das novas ferramentas digitais pelos veículos independentes, oferecendo uma análise crítica da relação entre o ativismo e a mobilização nas novas redes digitais.
“Na década passada e no início desta década foram os jornalistas alternativos os que apostaram inicialmente nas possibilidades da internet”, disse Serrano -- cujo site, o Rebelión.org, foi criado em 1996. Ele repassou ainda os diferentes momentos vividos pela internet nas últimas décadas, passando pela criação do Youtube (marco que teria deslocado a linguagem online para o audiovisual) e a emergência das redes sociais (que teria dado aos jovens a frente do processo que chamou de “ativismo informático”).
O criador do Rebelión vê com desconfiança as novas mobilizações articuladas por ativistas digitais (ações como os Indignados, na Espanha, e o Occupy Wall Street, nos EUA) e não as vê como ações capazes de criar transformações profundas. Para Serrano, ao aumentar a velocidade e a concisão nas práticas de comunicação, os blogs e redes sociais inibiriam reflexões mais profundas.
Num contraponto, Andrés Thomas Conteris tratou com entusiasmo das novas manifestações políticas organizadas em rede por ativistas ao redor do mundo. Conteris lembrou do amplo apoio popular e da espontaneidade na articulação dos movimentos relacionados ao ativismo digital, enfatizando acreditar que essas ações surgem como uma tentativa de mobilização permanente. “É a mensagem de insatisfação dos 99%”, afirmou, numa referência à maioria que vem sofrendo os efeitos da crise econômica causada pela população dos 1% mais ricos do planeta.
Ao fim do primeiro dia, a experiência da primavera árabe e o cenário político do Oriente Média foram o tema do debate “Experiências na Ásia e África”, que contou com os ativistas Ahmed Bahgat (Egito), Ahmed Alohan (Arábia Saudita) e Muhammad Farhan (Paquistão), além do jornalista especialista em assuntos da região Pepe Escobar.
Os ativistas trataram das estratégias de mobilização e contra-informação postas em prática nas manifestações populares organizadas em rede em seus países. Eles trataram, ainda, das dificuldades sofridas na divulgaçãode de suas ações nos veículos de mídia tradicionais, que promovem o sistemático boicote de notícias sobre as manifestações civis promovidas nos últimos tempos. Foi lembrado, também, o papel central de redes sociais como o Facebook na organização e circulação de informações e na mobilização do público.
A fala dos ciberativistas foi complementada pela exposição do jornalista Pepe Escobar. Correspondente doAsia Times e da Al Jazeera, Pepe traçou um breve histórico dos conflitos pelo poder na região Oriente Médio e no norte da África no século XX. Trecho da fala de Escobar pode ser vista no video abaixo.
Índice de Desigualdade de Gênero no Brasil diminui
O dado aparece no relatório das Organizações das Nações Unidas. As políticas públicas como a condição de vida das gestantes aparece como uma das causas.
sexta-feira, 4 de novembro de 2011
Vereadora Odisséia participa de encontro de estudantes de escolas técnicas
O I Encontro Norte-Fluminense de Estudantes de Escolas Técnicas (ENFET), organizado pelo Grêmio Estudantil Nilo Peçanha, debateu questões ligadas ao Ensino profissionalizante, como o primeiro emprego e o Porto do Açu.
O I ENFET foi iniciado com as discussões temáticas. O encontro realizado no campus Campos-Centro do Instituto Federal Fluminense (IFF)contou com a participação do Diretor de Desenvolvimento da Setec/MEC, Aléssio Trindade de Barros, do Coordenador Geral de Desenvolvimento de Pessoal da Rede Federal, Amaro Falquer e de representante do empreendimento Porto do Açu e com o diretor do campusCampos-Centro, Jefferson Manhães.
Foram abordados também temas como o Pronatec, os Institutos Federais e o movimento estudantil.
A solidariedade do povo brasileiro
O ex-presidente Lula descobriu na semana passada que está com câncer na laringe. Imediatamente recebeu centenas de milhares de mensagens de solidariedade e apoio nessa hora difícil.
Nas ruas, nas igrejas e nos estádios o que se viu foi uma grande corrente positiva. No jogo do Corithians, time pelo qual Lula torce, os jogadores entraram no gramado do Pacaembu carregando a faixa com a frase #forçaLULA. Nas arquibancadas, a torcida também exibiu uma bandeira com a imagem do ex-presidente.
Sabemos o quanto um tratamento de câncer é desgastante para o paciente e para a família e receber mensagens de apoio é muito importante. O site do Instituto Cidadania (núcleo que prepara a criação do Instituto Lula, voltado para causas políticas e sociais no Brasil e também no exterior) foi criado o e-mail saudelula@icidadania.org para enviar mensagens para o ex-presidente.
Enquanto essa imensa corrente positiva se formava apareceram em algumas redes sociais pessoas preconceituosas e sem respeito pela dor do próximo que tentaram ironizar e “politizar” a enfermidade de Lula.
O jornalista Gilberto Dimenstein declarou “Minha suspeita é que a interatividade democrática da internet é, de um lado um avanço do jornalismo e, de outro, uma porta direta com o esgoto de ressentimento e da ignorância” Mas esses anônimos são minoria e não ofuscam a maioria do povo que torce pela saúde do nosso Lula.
Nosso sistema de saúde tem sim enormes problemas, mesmo porque é um país de dimensões continentais com um dos maiores sistemas totalmente público e universal de saúde do mundo, que é financiado pelo governo federal mais gerido em parceria com estados e municípios. Muitos medicamentos e tratamentos não são oferecidos pelos planos de saúde e sim pelo SUS a qualquer brasileiro. Li em um blog o caso de uma moça com esclerose múltipla que diz ter seu tratamento de 12 mil reais custeado integralmente pelo Sistema Único de Saúde, assim como as outras 30.000 pessoas que tem o mesmo problema.
Só para dirimir qualquer dúvida: O ex-presidente está se tratando por seu convênio médico, pagos com recursos próprios e não com qualquer privilégio pelo cargo que ocupou.
Quem venceu a fome, o preconceito e se tornou presidente do Brasil vai vencer mais essa. Segue o conselho de sua mãe, Dona Lindu: “Teima, Lula!”
Artigo publicado no jornal Folha da Manhã de 04 de novembro de 2011
quinta-feira, 3 de novembro de 2011
POVO REAGE À LIMITAÇÃO DO CARTÃO CIDADÃO
O jornal Folha da Manhã fez uma enquete para avaliar a reação da população à limitação do uso do cartão-cidadão à 4 vezes, ao dia, determinado pela prefeita de Campos. A desaprovação é geral.
A estudante e secretária, Mariana Santos, 22 anos, resumiu o sentimento dos usuários: – “Isso é um verdadeiro absurdo, estão punindo as pessoas que nada tem haver(sic) com as fraudes encontradas. Por que nós, simples trabalhadores, temos que pagar por erro dos outros?”, desabafou.
Postado por Fernando Leite às 20:51:00
A estudante e secretária, Mariana Santos, 22 anos, resumiu o sentimento dos usuários: – “Isso é um verdadeiro absurdo, estão punindo as pessoas que nada tem haver(sic) com as fraudes encontradas. Por que nós, simples trabalhadores, temos que pagar por erro dos outros?”, desabafou.
Postado por Fernando Leite às 20:51:00
Antirracismo: política pública necessária
Do site da CNTE.

Dia 20 de novembro é comemorado o Dia Nacional da Consciência Negra e 2011 é o Ano Internacional dos Afrodescendentes. A CNTE através do seu Coletivo Antirracismo Dalvani Lellis e de todas as suas secretarias, tem se empenhado para disseminar uma cultura antirracista não só nas escolas, como também, no meio sindical e na sociedade, com base nos encaminhamentos de seu 5º Encontro Nacional, que definiu a criação de uma Coordenação Nacional representativa das diversas regiões do Brasil, além da publicação de um Caderno de Educação próprio.
Mais informações, acesse o Jornal Mural.
Dia 20 de novembro é comemorado o Dia Nacional da Consciência Negra e 2011 é o Ano Internacional dos Afrodescendentes. A CNTE através do seu Coletivo Antirracismo Dalvani Lellis e de todas as suas secretarias, tem se empenhado para disseminar uma cultura antirracista não só nas escolas, como também, no meio sindical e na sociedade, com base nos encaminhamentos de seu 5º Encontro Nacional, que definiu a criação de uma Coordenação Nacional representativa das diversas regiões do Brasil, além da publicação de um Caderno de Educação próprio.
Mais informações, acesse o Jornal Mural.
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quarta-feira, 2 de novembro de 2011
5ª SEMANA SOCIAL BRASILEIRA EM CAMPOS DOS GOYTACAZES
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Acontece no auditório do Colégio Eucarístico em Campos a 5ª Semana Social Brasileira, no próximo dia 9 de novembro das 9 às 17h.
A Conferência de Aparecida destaca alguns campos prioritários e tarefas urgentes para a missão dos discípulos de Jesus Cristo no hoje da América latina e do Caribe: Justiça social, dignidade humana, opção pelos pobres e excluídos, renovada pastoral social, globalização da solidariedade e justiça internacional cuidado com os rostos sofredores que doem em nós (DAp, 380 a 430).
No dia 11 de março de 2010 O Conselho Permanente da CNBB aprovou o documento de número 91 cujo título é: Por uma reforma do Estado com participação democrática. O documento apresenta um projeto de sociedade que o povo brasileiro é conclamado a construir: “É urgente, porém, neste momento da história do nosso País, promover uma firme mobilização pelas reformas políticas que abram caminho para uma profunda reforma do Estado Brasileiro. Uma reforma que vá, portanto, bem além das meras mudanças de regras de funcionamento de nossa democracia tal como atualmente se estrutura em nosso país. Dentro desta perspectiva, a CNBB conclama os irmãos e irmãs brasileiros a realizar uma profunda e crítica análise das atuais instituições políticas e identificar o que nelas pode ser modificado ou criado de novo, para que o estado não esteja a serviço dos interesses produtivistas e consumistas, dentro e fora do Brasil, mas esteja efetivamente a serviço do Bem Comum e da dignidade das grandes maiorias nacionais” (CNBB, Documento 91, n. 110).
A democracia plena se dá onde a liberdade política convive com a igualdade social. O Brasil percorreu um bom caminho no que se refere à liberdade política, no entanto, a respeito da igualdade social, o país está distante de atingi-la, apesar dos esforços. Atualmente, o Brasil precisa considerar alguns aspectos importantes para discutir a democracia: o aprimoramento das instituições do Estado; a superação da pobreza que priva vastos contingentes da população das condições mínimas para o exercício da cidadania; o desafio mundial da globalização que tornou os Estados dos países periféricos frágeis diante das grandes corporações mundiais, sobrepondo interesses econômicos de empresas ao poder da decisão democrática dos países. Segundo Bento XVI, “Atualmente, o Estado encontra-se na situação de ter de enfrentar as limitações que lhe são impostas à sua soberania pelo novo contexto econômico, comercial e financeiro internacional. Este novo contexto alterou o poder político dos Estados”. (Caritas in Veritate, n.24). Algumas destas temáticas serão estudadas e debatidas durante a 5ª. Semana Social Brasileira.
Denúncias da Vereadora Odisséia na sessão de terça-feira
Na sessão de ontem a vereadora Odisséia apresentou várias denúncias.Entre elas o caso da cobradora de ônibus da empresa Tamandaré que foi demitida pois tirou sete dias de licença médica para cuidar de seu filho. A denúncia foi documentada e encaminhada ao Ministério do Trabalho e Emprego de Campos.
Outra denúncia foi em relação ao cartão cidadão que limita em quatro passagens por dia depois, depois de três anos em vigor, prejudicando os tralhadores que precisam por exemplo ir ao médico no intervalo ou depois do trabalho e os que costumam almoçar em casa.
Usinas Culturais em Campos.
Ontem recebi uma ligação da Assessora Especial,Morgana Eneille do Ministério da Cultura e fui informada que o município de Campos dos Goytacazes foi contemplado com um recurso na ordem de 250 mil reais, do Governo Federal para implantação do Programa Usinas Culturais.
O programa tem por finalidade a realização de investimentos em infraestrutura e programação cultural em áreas de alta vulnerabilidade social,visando especialmente o exercício dos direitos,a promoção dos valores da cidadania e da diversidade cultural,bem como o desenvolvimento local e regional por meio da economia criativa.
Liguei para o Secretário de Cultura Orávio Campos que informou a necessidade da legalização do Fundo Municipal de Cultura que foi aprovado por unanimidade na sessão dessa terça-feira.Valeu Dilma por sua atitude republicana com o nosso município.Parabéns prof.Orávio de Campos pelo trabalho desenvolvido na Secretaria de Cultura!!
terça-feira, 1 de novembro de 2011
Lula deixa hospital após primeira sessão de quimioterapia
SÃO PAULO (Reuters) - O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva teve alta do hospital na tarde desta terça-feira após submeter-se à primeira sessão de quimioterapia para combater um câncer diagnosticado na laringe, informou o hospital em que Lula está fazendo o tratamento.
De acordo com boletim do Hospital Sírio-Libanês, em São Paulo, o ex-presidente fez exames complementares nesta terça após a colocação de um catéter em intervenção cirúrgica realizada na véspera.
'O paciente concluiu a primeira sessão de quimioterapia sem intercorrências', informou o hospital no boletim.
De acordo com o Instituto Cidadania, idealizado pelo ex-presidente, Lula deixou o hospital às 15h34. Ele havia dado entrada no hospital na manhã de segunda-feira para iniciar o tratamento contra a doença.
A equipe médica que acompanha Lula disse que o ex-presidente passará por mais duas sessões de quimioterapia. O intervalo entre as aplicações será de 21 dias, e os médicos pretendem reavaliar o quadro de Lula entre a segunda e a terceira sessões.
O ex-presidente teve a doença diagnosticada no sábado. Ele foi aconselhado pelo seu médico pessoal, o cardiologista Roberto Kalil Filho, a procurar auxílio médico após se queixar de uma dor de garganta que o incomodou durante toda a semana passada.
Kalil Filho, que participou das comemorações do aniversário de 66 anos de Lula na última quinta-feira, faz parte da equipe médica que acompanha o ex-presidente.
De acordo com os médicos, o tumor detectado na laringe de Lula é de agressividade média e as chances de cura são altas.
(Reportagem de Eduardo Simões)
De acordo com boletim do Hospital Sírio-Libanês, em São Paulo, o ex-presidente fez exames complementares nesta terça após a colocação de um catéter em intervenção cirúrgica realizada na véspera.
'O paciente concluiu a primeira sessão de quimioterapia sem intercorrências', informou o hospital no boletim.
De acordo com o Instituto Cidadania, idealizado pelo ex-presidente, Lula deixou o hospital às 15h34. Ele havia dado entrada no hospital na manhã de segunda-feira para iniciar o tratamento contra a doença.
A equipe médica que acompanha Lula disse que o ex-presidente passará por mais duas sessões de quimioterapia. O intervalo entre as aplicações será de 21 dias, e os médicos pretendem reavaliar o quadro de Lula entre a segunda e a terceira sessões.
O ex-presidente teve a doença diagnosticada no sábado. Ele foi aconselhado pelo seu médico pessoal, o cardiologista Roberto Kalil Filho, a procurar auxílio médico após se queixar de uma dor de garganta que o incomodou durante toda a semana passada.
Kalil Filho, que participou das comemorações do aniversário de 66 anos de Lula na última quinta-feira, faz parte da equipe médica que acompanha o ex-presidente.
De acordo com os médicos, o tumor detectado na laringe de Lula é de agressividade média e as chances de cura são altas.
(Reportagem de Eduardo Simões)
O Brasil precisa de Lula, pensei. A América Latina precisa de Lula. O mundo precisa de Lula.
Carta ao Lula, por Elvino Bohn Gass
Lula, meu irmão,
Permita-me chamá-lo assim, afinal, estamos juntos há mais de 30 anos, desde a fundação do PT, da CUT, na luta pelas diretas, em todas as tuas campanhas eleitorais, na vitória de 2002, em teus dois governos.
Escrevo-te sob o impacto da notícia de que te diagnosticaram um câncer. Num primeiro momento, confesso, nem pensei em tua saúde, mas na tua importância política. O Brasil precisa de Lula, pensei. A América Latina precisa de Lula. O mundo precisa de Lula.
É, irmão, de sapo barbudo a presidente-operário, tu, que já foste preso pelos milicos, que já foste chamado de analfabeto; tu, o sem-diploma, hoje és doutor honoris causa. Sim, tua trajetória de vida, a forma como fazes política, o jeito como governaste o Brasil, as posturas que adotaste diante dos problemas e dos conflitos mundiais, fizeram de ti um doutor. Um doutor que honra a causa que defendes, a igualdade. E é por isso que o mundo precisa de ti, porque ainda carecemos muito de igualdade.
Pois bem, irmão Lula, só uns instantes depois de pensar em ti como ser político é que pensei em ti como ser humano. No desconforto, nas dores, nos enjôos, nas conseqüências do tratamento que te será imposto. E então, irmão, rezei por tua saúde. E só Deus sabe o quanto tenho visto e ouvido das pessoas que elas também estão ao teu lado neste momento.
Não sei se te deste conta, Lula, mas ontem, 31 de outubro de 2011, fez exatamente um ano que a nossa Dilma elegeu-se a primeira presidenta do Brasil. E todos nós sabemos que foi pelas tuas mãos que ela se tornou candidata. Sim, nós, petistas, confiamos na tua indicação. Porque sabíamos que Dilma, além das qualidades que demonstrara no governo, carregava uma história de coragem e luta que dignificaria a presidência da nossa República. Sim, Lula, nós sabíamos. E por isso nos perfilamos ao teu lado na tentativa correta de mostrar ao povo que ali estava uma mulher em quem se podia confiar. Uma mulher que, como tu, nos daria orgulho. Porque jamais mudaria de lado. Porque conduziria este país com a seriedade que ele necessita. Porque, como tu, fez uma escolha de vida que a colocou sempre ao lado dos oprimidos pela força e pela fome. Hoje, nós temos a certeza de que tu, mais uma vez, estavas certo. Enquanto a crise mundial destroça as nações ricas, o Brasil segue crescendo e distribuindo renda sob a condução magnífica da nossa Dilma.
E então, meu irmão, exatamente no dia em que celebramos um ano da eleição dessa mulher exemplar, tu começas a enfrentar o desafio de vencer uma doença que ainda mata demais no Brasil e no mundo. E eu escrevo esta carta para te dar a certeza de que jamais estarás sozinho nesta que é apenas mais uma das muitas batalhas da tua vida. Vida que nunca foi fácil pra ti, não é mesmo Lula? E a prova é que mesmo depois de teres feito os melhores governos da história do Brasil, ainda há quem viva te criticando. Mas tu, que aprendeste desde cedo a transformar adversidade em garra, a fazer da dificuldade um estímulo, farás de mais este desafio, uma vitória da esperança sobre o medo.
E como sei que o que te anima de verdade é ver os brasileiros mais felizes, quero te dar uma boa nova. O companheiro Alexandre Padilha, hoje nosso ministro da Saúde, criou, na semana passada, a Rede Nacional de Desenvolvimento e Inovação de Fármacos Anticâncer. Pois é, Lula, o Padilha está articulando todos os grandes centros de referência na luta contra o câncer. Assim, chamou o Instituto Nacional do Câncer (INCA), a Fiocruz, o Laboratório Nacional de Biociências, a Finep e a Fundação Ary Fauzino para trabalharem juntos. No mês passado, já havia acertado uma parceria com o governo cubano para a transferência de tecnologias. É uma iniciativa que faz o Brasil entrar na produção de tratamentos inovadores para o câncer. E isso, irmão Lula, vai facilitar o acesso da população ao que há de mais moderno no enfrentamento da doença. E se te dou esta notícia, justamente nesta hora, é porque sei que emotivo como és, exageradamente humano como és, certamente estás feliz de saber que estamos fazendo o possível para que todos os brasileiros tenham um tratamento digno quando enfrentarem uma doença como a tua.
Tu sabes mais do que ninguém; o Brasil tem feito o possível para melhorar a saúde de seu povo. E sei que sabes, também, o quanto é caro e difícil fazer com que as mudanças nesta área cheguem à população. Afinal, antes de chegar às pessoas, precisamos recuperar um sistema que por anos foi sucateado, corrompido, degradado. Mas estamos caminhando, companheiro.
Bem, meu querido irmão, por aqui vou me despedindo. Antes, porém, quero te falar de uma outra coincidência:ontem foi o Dia D. D, de Drummond, nosso poeta maior. Se estivesse vivo, ele completaria neste 31 de outubro, 109 anos. E foi ele quem disse “tenho apenas duas mãos e o sentimento do mundo”. E tu, que és reconhecidamente um dos maiores líderes do mundo, hoje, precisas saber: o sentimento do mundo todo está canalizado para tua pronta e breve recuperação. Saúde, Lula!
Um grande e fraterno abraço do teu irmão
Elvino Bohn Gass
Orgulhosamente, deputado federal gaúcho, do nosso PT.
Lula, meu irmão,
Permita-me chamá-lo assim, afinal, estamos juntos há mais de 30 anos, desde a fundação do PT, da CUT, na luta pelas diretas, em todas as tuas campanhas eleitorais, na vitória de 2002, em teus dois governos.
Escrevo-te sob o impacto da notícia de que te diagnosticaram um câncer. Num primeiro momento, confesso, nem pensei em tua saúde, mas na tua importância política. O Brasil precisa de Lula, pensei. A América Latina precisa de Lula. O mundo precisa de Lula.
É, irmão, de sapo barbudo a presidente-operário, tu, que já foste preso pelos milicos, que já foste chamado de analfabeto; tu, o sem-diploma, hoje és doutor honoris causa. Sim, tua trajetória de vida, a forma como fazes política, o jeito como governaste o Brasil, as posturas que adotaste diante dos problemas e dos conflitos mundiais, fizeram de ti um doutor. Um doutor que honra a causa que defendes, a igualdade. E é por isso que o mundo precisa de ti, porque ainda carecemos muito de igualdade.
Pois bem, irmão Lula, só uns instantes depois de pensar em ti como ser político é que pensei em ti como ser humano. No desconforto, nas dores, nos enjôos, nas conseqüências do tratamento que te será imposto. E então, irmão, rezei por tua saúde. E só Deus sabe o quanto tenho visto e ouvido das pessoas que elas também estão ao teu lado neste momento.
Não sei se te deste conta, Lula, mas ontem, 31 de outubro de 2011, fez exatamente um ano que a nossa Dilma elegeu-se a primeira presidenta do Brasil. E todos nós sabemos que foi pelas tuas mãos que ela se tornou candidata. Sim, nós, petistas, confiamos na tua indicação. Porque sabíamos que Dilma, além das qualidades que demonstrara no governo, carregava uma história de coragem e luta que dignificaria a presidência da nossa República. Sim, Lula, nós sabíamos. E por isso nos perfilamos ao teu lado na tentativa correta de mostrar ao povo que ali estava uma mulher em quem se podia confiar. Uma mulher que, como tu, nos daria orgulho. Porque jamais mudaria de lado. Porque conduziria este país com a seriedade que ele necessita. Porque, como tu, fez uma escolha de vida que a colocou sempre ao lado dos oprimidos pela força e pela fome. Hoje, nós temos a certeza de que tu, mais uma vez, estavas certo. Enquanto a crise mundial destroça as nações ricas, o Brasil segue crescendo e distribuindo renda sob a condução magnífica da nossa Dilma.
E então, meu irmão, exatamente no dia em que celebramos um ano da eleição dessa mulher exemplar, tu começas a enfrentar o desafio de vencer uma doença que ainda mata demais no Brasil e no mundo. E eu escrevo esta carta para te dar a certeza de que jamais estarás sozinho nesta que é apenas mais uma das muitas batalhas da tua vida. Vida que nunca foi fácil pra ti, não é mesmo Lula? E a prova é que mesmo depois de teres feito os melhores governos da história do Brasil, ainda há quem viva te criticando. Mas tu, que aprendeste desde cedo a transformar adversidade em garra, a fazer da dificuldade um estímulo, farás de mais este desafio, uma vitória da esperança sobre o medo.
E como sei que o que te anima de verdade é ver os brasileiros mais felizes, quero te dar uma boa nova. O companheiro Alexandre Padilha, hoje nosso ministro da Saúde, criou, na semana passada, a Rede Nacional de Desenvolvimento e Inovação de Fármacos Anticâncer. Pois é, Lula, o Padilha está articulando todos os grandes centros de referência na luta contra o câncer. Assim, chamou o Instituto Nacional do Câncer (INCA), a Fiocruz, o Laboratório Nacional de Biociências, a Finep e a Fundação Ary Fauzino para trabalharem juntos. No mês passado, já havia acertado uma parceria com o governo cubano para a transferência de tecnologias. É uma iniciativa que faz o Brasil entrar na produção de tratamentos inovadores para o câncer. E isso, irmão Lula, vai facilitar o acesso da população ao que há de mais moderno no enfrentamento da doença. E se te dou esta notícia, justamente nesta hora, é porque sei que emotivo como és, exageradamente humano como és, certamente estás feliz de saber que estamos fazendo o possível para que todos os brasileiros tenham um tratamento digno quando enfrentarem uma doença como a tua.
Tu sabes mais do que ninguém; o Brasil tem feito o possível para melhorar a saúde de seu povo. E sei que sabes, também, o quanto é caro e difícil fazer com que as mudanças nesta área cheguem à população. Afinal, antes de chegar às pessoas, precisamos recuperar um sistema que por anos foi sucateado, corrompido, degradado. Mas estamos caminhando, companheiro.
Bem, meu querido irmão, por aqui vou me despedindo. Antes, porém, quero te falar de uma outra coincidência:ontem foi o Dia D. D, de Drummond, nosso poeta maior. Se estivesse vivo, ele completaria neste 31 de outubro, 109 anos. E foi ele quem disse “tenho apenas duas mãos e o sentimento do mundo”. E tu, que és reconhecidamente um dos maiores líderes do mundo, hoje, precisas saber: o sentimento do mundo todo está canalizado para tua pronta e breve recuperação. Saúde, Lula!
Um grande e fraterno abraço do teu irmão
Elvino Bohn Gass
Orgulhosamente, deputado federal gaúcho, do nosso PT.
Combate à dengue, campanha do desarmamento e Pronatec
Coluna conversa com a Presidenta
O governo federal vai ampliar em 20% os recursos destinados aos municípios que se comprometerem com o aperfeiçoamento das medidas de prevenção e controle da dengue, informou a presidenta Dilma Rousseff na coluna Conversa com a Presidenta, publicada hoje (1o) em 198 jornais no Brasil e no exterior. À aposentada Carine Bastos de Andrade, moradora de Maringá (PR), a presidenta afirmou ainda que o número de casos da doença caiu 40% em 2011 em relação ao ano passado.
“Em seu estado, o Paraná, 72 municípios receberão esse apoio financeiro. A população deve contribuir, monitorando suas casas e locais de trabalho, para evitar o acúmulo de água parada em locais propícios à reprodução do mosquito, como vasos, latas, garrafas, baldes e caixas d’água destampadas, por exemplo. Por isso, Carine, é muito importante que as pessoas estejam atentas como você”, disse a presidenta.
Dilma Rousseff também defendeu a campanha do desarmamento, que já retirou de circulação 570 mil armas desde 2004. A presidenta explicou a João José Crispim, aposentado de Salvador (BA), que as campanhas fazem parte da política de segurança pública e contribuem para a conscientização da população.
Este ano, segundo a presidenta, a campanha Tire uma arma do futuro do Brasil já recolheu mais de 28 mil armas. São 20 vezes mais que o total recolhido entre janeiro e abril, antes da campanha começar. Além disso, os índices de violência diminuem durante as campanhas.
“Várias ações adotadas neste ano surgiram do diálogo frequente com a sociedade e os Estados, como a inutilização da arma no momento em que ela é entregue e o anonimato para quem a entregar. Um dia útil após a entrega, o valor da indenização fica disponível e pode ser sacado em até 30 dias. Reduzir o número de armas significa diminuir o risco de violência e de tragédias. Nós podemos e devemos construir a cultura da paz. Assim, é importante que as pessoas continuem procurando os postos de recolhimento em suas cidades.”
Petista Vanderlei Siraque assume vaga de Aldo Rebelo
Siraque concluiu doutorado este mês sobre segurança pública, uma de suas áreas de atuação.
Vanderlei Siraque (PT-SP) assume uma vaga na Câmara Federal com a subida de Aldo Rebelo (PCdoB-SP) para o ministério dos Esportes. Vanderlei obteve 93.314 votos nas eleições de 2010. O petista assume alinhado com o governo, “Vou defender as políticas da base aliada da presidenta Dilma”, diz.
Vanderlei afirma que o tema principal de seu mandato será Segurança Pública. Concluiu o doutorado no último dia 18 na Faculdade de Direito da PUC. “Eu utilizei a minha própria tese, defendida no último dia 18, para fazer um projeto de lei amplo, porque faltava entendimento sobre o conceito do que é segurança pública”, explica.
O novo deputado defende o artigo 144 da Constituição Federal, que trata da segurança pública como dever do Estado, direito e responsabilidade de todos. “Eu quero a regulamentação do artigo 144 da Constituição Federal, que até hoje não foi regulamentado. É uma luta que tenho para a criação do Sistema Único de segurança pública no Brasil”, ressalta.
“Falta entendimento sobre o conceito de segurança pública. As pessoas entendem como se fosse só o aspecto da polícia, na verdade temos que trabalhar a prevenção, pois ela passa pela área da educação, da saúde, do emprego e pela área da habitação também”, explica o deputado Vanderlei Siraque.
(Sandro Silva – RádioPT e Gustavo Serrate – Portal do PT)
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